Programa social deve abaixar o valor das passagens aéreas possibilitando que mais pessoas viagem. Iniciativa foi confirmada pelo ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França. Entenda como deve ser o funcionamento dessa iniciativa.
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Uma pesquisa feita recentemente no estado de São Paulo, o mais populoso do país, apontou que 38% da população paulista pretende viajar no ano de 2023. Uma das maiores dificuldades de se viajar atualmente tem sido o alto valor das passagens aéreas.
Mas, isso pode estar perto de terminar através de um programa social que vai reduzir bastante os valores das passagens de avião.
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Passagens aéreas a R$ 200
Em recente entrevista à CNN, o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, afirmo que o governo federal deve lançar em breve um programa com passagens aéreas no valor de R$ 200 para aposentados, estudantes e servidores públicos.
O ministro relembrou que o brasileiro está voltando a viajar nos níveis antes da pandemia, mas aponta um problema que justifica a criação do programa.
“O Brasil está chegando ao número de passagens emitidas semelhante ao que era antes da pandemia, 90 milhões de passagens, o problema é que nós temos só 10 milhões de CPFs que usam esses 90 milhões de passagens. Então o mesmo público anda várias vezes”, afirmou Márcio França.
A estimativa do ministro é emitir 12 milhões de passagens aéreas anualmente nos meses chamados meses intermediários: metade de fevereiro a junho, depois de agosto a novembro.
Com o programa o assentos não preenchidos nas aeronaves devem ser comprados, o ministro também afirmou que o Governo Federal não investirá verbas para essa compra e deu detalhes de como ela deve acontecer.
“O Governo Federal não entra com nenhum tipo de subsídio. Ele entra com a organização e os bancos, Caixa ou Banco do Brasil, que vão intermediar essa possibilidade”, disse o ministro.
O programa deve começar a funcionar já no segundo semestre desse ano e ocupar, inicialmente, 5% das vagas ociosas.
“Com isso, vamos baratear todas as passagens. A medida que você não tem mais ociosidade, as outras passagens também podem ficar mais baratas”, acrescentou o ministro.
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