A taxa de desemprego caiu no Brasil, no entanto, o número de pessoas com carteira assinada ainda está abaixo do ideal. País ainda tenta vencer os impactos da pandemia e retomar completamente a economia.
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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na última quinta-feira, 27, pelo IBGE, apontou para uma queda na taxa de desemprego no Brasil. O dado é animador e resultado de esforços com foco em aumentar a geração de emprego e renda no país.
Queda no desemprego no Brasil
De acordo com os dados divulgados na Pnad Contínua, de e julho a setembro (3º trimestre do ano desse ano) o Brasil registrou uma taxa de desemprego de 8,7%; ficando abaixo do resultado do trimestre anterior, quando foi registrado 9,3%.
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Além disso, o número também é menor do que o mesmo período de 2021, quando foi registrado 12,6%.
Em termos numéricos, o Brasil registrou a marca de 9,5 milhões de desempregados no terceiro trimestre desse ano (dado em relação a pessoas com idade acima de 14 anos), esse é o melhor resultado desde 2015.
Os dados mostram que houve uma diminuição de 6,2% em relação ao segundo trimestre (menos 621 mil pessoas) e queda de 29,7% se comparado com o mesmo período de 2021.
de julho a setembro desse ano o país atingiu a marca de 99,31% de pessoas ocupadas (empregados, empregadores, funcionários públicos); um recorde desde 2012.
Cresce o número de trabalhadores sem carteira assinada
Por outro lado, um dado ainda preocupa, nesse mesmo período (de julho a setembro) 13,212 milhões de pessoas não tinham registro na carteira de trabalho. Em comparação com o trimestre anterior, o terceiro trimestre teve um aumento de 1,3% de pessoas nessas condições.
São 169 mil pessoas a mais sem carteira de trabalho assinada.
Comparando os terceiros trimestres desse ano e de 2021 percebemos um aumento de 13% de pessoas sem carteira assinada, já que no ano passado o país tinha 1,521 milhão de pessoas a mais nessa condição.
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