Três mudanças foram aprovadas para o vestibular 2023 da Universidade de São Paulo (USP). As alterações serão aplicadas apenas aos candidatos através da Fuvest, o Sistema de Seleção Unificada não deve sofrer mudanças. Confira o que muda a partir do próximo ano.
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No último dia 23 de junho o Conselho de Graduação da USP aprovou três mudanças para o vestibular 2023 uma delas busca aumentar o número de estudantes da rede pública no ensino superior. As alterações não serão aplicadas ao SiSU, afinal, até porque ele é gerido pelo Ministério da Educação.
Mudanças no vestibular 2023 da USP
- Alterações na forma de classificação dos aprovados;
- Implementação de uma comissão de verificação da autodeclaração dos candidatos concorrentes às vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas;
- Obrigatoriedade da apresentação do comprovante do esquema vacinal completo e doses de reforço para os calouros.
“A inclusão social e as políticas de permanência estudantil são duas metas que fazem parte de nosso programa de gestão à frente da Reitoria… Um primeiro passo nesse sentido foi a criação da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento e, agora, a implementação de mudanças no vestibular para aperfeiçoar o processo e definir conceitos”, afirmou o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior.
Na seleção para o próximo ano, que terá 8.230 vagas, todos os candidatos concorrerão, primeiramente, às vagas destinadas à Ampla Concorrência (AC).
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Caso os estudantes se encaixem nos critérios de renda ou de egressos da escola pública, poderão escolher as vagas destinadas às seguintes ações afirmativa:
Política de Ação Afirmativa Escola Pública (EP) ou à Política de Ação Afirmativa Pretos, Pardos e Indígenas (PPI).
“Isso significa que, em 2023, provavelmente teremos um número maior de ingressantes egressos da escola pública e autodeclarados pretos, pardos e indígenas, pois também concorrerão às vagas destinadas à AC, assim como os candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas também concorrerão às vagas destinadas à EP. A mudança aprimora a política de ações afirmativas da USP ao pretender uma configuração do corpo discente mais próxima da realidade social brasileira”, explica o pró-reitor adjunto de Graduação, Marcos Garcia Neira.
Lembrando que os candidatos através da Política de Ação Afirmativa Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) passarão pela comissão de verificação.
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