Deu ruim! Motorista some com doces de casamento e deixa grande prejuízo; confira valor

Em Confins, Minas Gerais, um motorista de aplicativo está sendo investigado depois de não entregar os doces e salgados que deveriam transportados até uma festa de casamento. Os noivos podem ter um prejuízo de até R$2 mil.

De acordo com a TV Globo Minas, a cerimonialista contratada para a festa acionou o serviço de entregas da Uber, o Uber Flash, no dia da festa, ao notar que estava faltando o tão famoso bem-casado entre os doces servidos aos convidados. 

Depois de encontrar um fornecedor que aceitou o pedido de última hora, ela aproveitou para pedir uma reserva de segurança de mil salgadinhos congelados, além das 250 unidades de bem-casado. A cerimonialista então pagou cerca de R$ 70 para o motorista do aplicativo pegar tudo e levá-los até a festa, mas foi surpreendida pela demora da viagem.

Depois de um atraso de quase 10 minutos em relação ao que estava previsto no aplicativo, a dona do local em que aconteceria a festa, um hotel fazenda localizado na região metropolitana de Belo Horizonte, ligou para o motorista, que disse já ter efetuado a entrega para outra mulher, antes de encerrar a chamada. Como não acreditou, a cliente ligou novamente.

Nesta outra ligação, o homem disse que estava perdido em uma estrada de terra, mesmo que não existisse nenhuma perto do local da festa. Mesmo assim, ele encerrou a viagem e não informou onde foi parar os doces e salgados.

Os clientes então decidiram registrar um boletim de ocorrência contra o prestador de serviço. A Polícia Civil abriu uma investigação contra o motorista que pode ser indiciado por apropriação indébita.

Logo após o boletim, a cerimonialista conseguiu achar um perfil do suspeito através de uma rede social e o contatou. Ele então respondeu dizendo que chegou ao endereço certo, mas que não encontrou os clientes.

Por fim, ele disse que foi orientado pelo próprio Uber a jogar a comida fora, pois estava estragando no porta-malas.

O portal UOL procurou a Uber que disse que está “à disposição das autoridades competentes para colaborar, nos termos da lei”, mas lembrou que, segundo as diretrizes do serviço Uber Flash, “não é permitido enviar itens essenciais e/ou com valor superior a R$ 500”.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.