As criptomoedas vem conquistando cada vez mais adeptos pelo mundo e muitos segmentos estão sendo impactados com esta nova forma de pagamento. Já é possível pagar viagens, hospedagem, roupas, produtos em geral e as cripto começam a impactar também o setor imobiliário.
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O tradicional setor imobiliário vê nas criptomoedas e no blockchain as ferramentas importantes para evoluir.
Um fato que consegue mostrar como a presença das cripto no mercado imobiliário está se intensificando é o da incorporadora Lumy, que tem foco em empreendimentos imobiliários de baixo custo, que começou a aceitar o pagamento em bitcoin (BTC) e ether (ETH) para apartamentos em São Paulo.
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A incorporadora já está avaliando a possibilidade de começar a aceitar outras moedas como forma de pagamento, inclusive stablecoins.
“Sempre prezamos por maior acesso à moradia de qualidade. Por isso, a Lumy traz essa nova forma de pagamento. Ao darmos esse passo, iniciamos uma nova forma de negociar nossos apartamentos, não ficando limitados apenas ao dinheiro nacional”, disse Vitor Del Santo, presidente da Lumy ao Valor Investe.
Carrefour vai oferecer caixas eletrônicos para operações com criptomoedas
Algumas unidades do supermercado Carrefour receberão caixas eletrônicos para a compra e venda de criptomoedas e saques em espécie, até o fim de março. Os equipamentos que pertencem a operadora Coin Cloud vão operar nas lojas do Jardim Pamplona Shopping, em São Paulo e nas galerias comerciais dos hipermercados Carrefour de São José dos Campos e Anchieta (SP) e Brasília (DF).
A empresa já mantém 23 terminais espalhados pelo Brasil, nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Curitiba, Rio de Janeiro, Pernambuco, Goiás, Espírito Santo e Santa Catarina.
A expectativa da Coin Cloud é aumentar a quantidade de caixas eletrônicos para comercialização de criptomoedas até o final de 2022 através da parceria com o Carrefour e demais empresas do varejo.
“O investimento em novos pontos de atendimento tem como objetivo suprir a demanda gerada pelo aumento de investidores em criptoativos e pela necessidade de converter o investimento em dinheiro físico e vice-versa”, disse Isabela Rossa, diretora da Coin Cloud no Brasil, através de nota.