Casa Verde e Amarela: quais são as taxas de juros do programa?

Financiamento pela Caixa está entre as opções mais baratas do mercado imobiliário. Com o país em crise econômica, os brasileiros que estão buscando adquirir o próprio imóvel recorrem ao Casa Verde e Amarela. Vinculado ao governo federal, o programa está com as menores taxas de juros para esse tipo de serviço. Confira.

Casa Verde e Amarela: quais são as taxas de juros do programa? (Imagem: FDR)
Casa Verde e Amarela: quais são as taxas de juros do programa? (Imagem: FDR)

O Casa Verde e Amarela funciona como um substituto do Minha Casa Minha Vida e tem como finalidade facilitar a realização do sonho da casa própria. Trata-se de um programa de financiamento imobiliário com taxas de juros atrativas ao mercado. No entanto, para ter direito é preciso atender aos critérios de renda.

Quais as faixas de renda do Casa Verde e Amarela?

  • Faixa 1: contempla famílias com renda mensal de até R$2 mil. Para as regiões Norte e Nordeste o limite vai até R$2.600;
  • Faixa 2: voltado para famílias com renda mensal entre R$2 mil e R$4 mil;
  • Faixa 3: atende famílias com renda mensal entre R$4 mil e R$7 mil.

Quais as taxas de juros do Casa Verde e Amarela?

  • Faixa 1: juros de 5% a 5,25% ou 4,5% a 4,75% para cotistas do FGTS. Para as regiões Norte e Nordeste as taxas ficam entre 4,75% e 5% ou entre 4,25% a 4,5% para cotistas;
  • Faixa 2: juros de 5,5% a 7% ou de 5% a 6,5% para cotistas do FGTS. As taxas para Norte e Nordeste variam de 5,25% a 7% ou de 4,75% a 6,5% para cotistas;
  • Faixa 3: taxas de 8,16% ou de 7,66% para cotistas do FGTS válidas para todo o país.

Modalidades de contrato pelo Casa Verde e Amarela

  • financiamento imobiliário: nessa modalidade, há a divisão em três diferentes faixas para o financiamento, sendo que as regiões Norte e Nordeste contam com condições ainda melhores nesse sentido;
  • regularização fundiária: em vez de retirar os moradores de suas residências que se encontram em situação irregular, o Governo Federal deseja mapear essas famílias e lançar propostas para que a situação delas se regularize — o que pode ocorrer, por exemplo, por meio de reformas ou reconstrução total do local;
  • reforma ou retomada de obras: nesse caso, o programa permite até mesmo que parcelas do FGTS sejam usadas para diminuir a dívida contraída.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestra em ciências da linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo na mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.