Fã paga R$ 2,6 milhões por bola do último jogo de Tom Brady; um dia depois aposentadoria é cancelada

Uma das maiores estrelas do esporte mundial, Tom Brady, anunciou a sua aposentadoria há seis semanas. O atleta de 44 anos, que é casado com a modelo brasileira Gisele Bündchen, é considerado por muitos o maior jogador de futebol americano de todos os tempos, tendo sido sete vezes campeão do Super Bowl, principal torneio da modalidade.

Não causa surpresa, portanto, que a bola usada por Tom Brady para marcar o seu último “touchdown” tenha sido leiloada no último sábado por 518.628 dólares, o equivalente a R$ 2,67 milhões, de acordo com a cotação atual. O nome do comprador não foi divulgado.

O problema é que, pouco mais de 24 horas depois de o item ser leiloado, o atleta anunciou que cancelará sua aposentadoria e voltará a atuar pelo Tampa Bay Buccaneers. Fãs de todo o mundo comemoraram a notícia, mas o comprador anônimo da bola não deve ter ficado muito feliz.

O que parecia ser um investimento de sucesso pode ter se tornado um grande fracasso. Afinal, o valor de mercado da bola arrematada cai consideravelmente, agora que ela não pode mais ser considerada “a bola do último touchdown” de Brady.

Negócio pode ser cancelado

“Se há algum item no campo dos colecionáveis ​​esportivos que não precisa de enfeite, é esta peça histórica: a bola do touchdown final da carreira de Tom Brady”. Foi dessa forma que a casa de leilões Leland anunciou o item, arrematado um mês depois pelo fã anônimo.

Logo após o anúncio do retorno de Tom Brady, muitas pessoas nas redes sociais lembraram do leilão e compartilharam memes e comentários sarcásticos sobre o negócio mal-sucedido.

Porém, talvez a situação não seja assim tão desfavorável para o comprador do item. Especialistas acreditam que é bem provável que a Lelands reembolse o valor do arremate, visando preservar a sua reputação. Afinal, a casa de leilões obteve um lucro considerável graças ao status que a bola tinha e que foi perdido pelo anúncio de “desaposentadoria”.

Outra possibilidade é que o comprador não tenha sequer transferido o dinheiro do arremate, já que o leilão foi encerrado no sábado, dia em que os bancos americanos, assim como os brasileiros, não funcionam.

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Amaury Nogueira
Amaury da Silva Nogueira é bacharelando em Letras/Edição pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Apaixonado pelo universo da escrita, atua há dois anos como redator e realiza pesquisas sobre história da edição no Brasil. Além disso, atualmente pesquisa também sobre direitos e benefícios sociais para agregar conhecimento na redação do portal de notícias FDR.