Carros: com fim do Fit, Honda já tem ‘substituto’; confira valor

Um dos primeiros contatos com o Honda City hatch foi um curta-metragem. Porém já é possível notar algumas nuances, como o visual. O seu figurino é agradável e se destaca pelas boas proporções e pela harmonia entre a dianteira e a traseira.

Quanto custará?

O Honda City hatch custará de R$ 114.200 a R$ 122.600, de acordo com o site Motor1.

Como anda?

Essa nova cor perolizada cinza Grafeno entra na moda que começou no segmento premium e foi se espalhando. O clímax, por sua vez, era o esperado motor 1.0 turbo, mas o City vem apenas com um novo 1.5 flex aspirado com injeção direta, 126 cv e 15,5 kgfm de torque, conectado ao conhecido câmbio automático CVT com sete marchas simuladas.

O seu desempenho é  coadjuvante. Na pista de testes, o hatch leva 10,7 segundos para chegar aos 100 km/h.

Na cidade, a impressão melhora com potência e torque suficientes para rodar sem grandes problemas. A suspensão filtra tudo direitinho na maioria das vezes e a posição de dirigir pode ser bem baixa para quem gosta. Já na rodovia, quando você precisar fazer uma ultrapassagem certifique-se de ter espaço suficiente e prepare os ouvidos, porque vai se sentir dentro do filme O Grito.

As retomadas são apenas satisfatórias: 5,1 s de 40-80 km/h, 6 s de 60-100 km/h e 7,3 s de 80-120 km/h. Já o consumo é digno de Oscar: com gasolina, registrou 12,2 km/l na cidade e 18,6 km/l na estrada.

O City aposta na tecnologia, com itens como painel de instrumentos digital, botão de partida, ar-condicionado digital e automático, câmera de ré multivisão, sensores de estacionamento traseiros e bancos de couro. Faltou o freio de estacionamento eletrônico.

A Central multimídia melhorou com relação ao  Fit, com respostas rápidas e espelhamento de smartphones, Apple CarPlay e Android Auto, sem fio. Porém, os grafismos e a interface dão a sensação de a tela ter sido comprada em sites chineses duvidosos e instalada ali.

A diferença da versão Touring é o Honda Sensing, no qual reúne tecnologias de segurança ativa como assistência de permanência em faixa, controle de cruzeiro adaptativo, sistema de frenagem para mitigação de colisão, detecção de saída da pista e ajuste da direção com o objetivo de evitar acidentes e ajuste automático de farol.

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Jheniffer Freitas
Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas é formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes. Atuou como assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Há dois anos é redatora do portal FDR, onde acumula bastante experiência em produção de notícias sobre economia popular e finanças.