Banco Central adia início da segunda fase do Open Banking no Brasil

Nesta quarta, 14, o Banco Central anunciou o adiamento do início da segunda fase do open banking, que começaria amanhã, 15. Agora, a nova data definida é 13 de agosto.

Os princípios para o Open Banking foram definidos pelo Banco Central
Banco Central adia início da segunda fase do Open Banking no Brasil (Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O open banking é um sistema onde será compartilhado os dados, informações e serviços financeiros dos clientes bancários que autorizarem. O objetivo é fazer com que as pessoas tenham acesso a taxas mais vantajosas, prazos e serviços financeiros melhores. 

A segunda fase que começaria nesta quinta (15), envolveria o compartilhamento de dados cadastrais e transacionais de clientes, através de autorização prévia.

O programa é uma das novas apostas do Banco Central para diminuir as taxas de juros e proporcionar melhores produtos financeiros para os próximos anos. 

Isto se dará através de uma maior competição entre o sistema financeiro, incluindo a participação das Fintechs, que são empresas de tecnologia que trabalham no setor financeiro e entre seus principais serviços, está a conta digital.

Razão do adiamento 

O Banco Central disse em nota que o adiamanto aconteceu por conta de uma solicitação das instituições financeiras, que ainda estão realizando testes para implementar a nova tecnologia.

“Dado que as instituições participantes estão finalizando os testes para a obtenção de certificações para homologação e registro de suas APIs, o Banco Central decidiu nesta data alterar o cronograma do início do lançamento da Fase 2 do projeto”, disse a nota.

O projeto do open banking foi iniciado no início deste ano. Os bancos e instituições financeiras disponibilizaram informações básicas, como canais de atendimento e serviços oferecidos.

O BC confirmou que a terceira fase do open banking segue definida para 30 de agosto. A partir deste dia, será iniciado o serviço de compartilhamento de transações de pagamento entre instituições participantes, assim como ao serviço de encaminhamento de proposta de operação crédito entre instituição financeiras e correspondentes no país.

O que o open banking muda para o consumidor 

O programa deve trazer uma igualdade de condições para as instituições financeiras em termos de ofertas, o que pode acirrar a concorrência entre elas, trazendo melhores oportunidades para as pessoas.

Ao ter acesso a propostas de diversas instituições, fica mais fácil para o consumidor escolher aquela que melhor o atende.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira, formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo, atua como do redator do portal FDR produzindo matérias sobre economia em geral e também como repórter do site Aparato do Entretenimento cobrindo o mundo da TV e das artes.
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