A aplicação na caderneta de poupança é uma das formas mais comuns para fazer investimentos. Mas, nos últimos meses, por causa da queda dos juros, é notável que apenas poupar não é a melhor opção de investimento. Confira logo abaixo outras maneiras seguras de investir.
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De acordo com o Márcio Wolter Filho, planejador financeiro pessoal que possui a certificação CFP (Certified Financial Planner), as taxas de juros atuais levaram ao brasileiro adquirir uma série de dilemas que eram restritos somente a investidores de países mais desenvolvidos.
Aplicações na poupança anteriores a 3 de maio de 2012 possuem rendimento de 6,17% ao ano. Mas, em outros casos, a rentabilidade é de 70% da taxa Selic, que atualmente é de 2% ao ano. Então, se há inflação, por exemplo, de 3% ao ano, não se possui ganho real nessa aplicação.
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Antes de escolher no que irá fazer seu investimento, é fundamental ter objetivos definidos, como destinar o que será feito com o dinheiro a curto, médio e longo prazo.
É importante conhecer seu perfil de risco através do preenchimento do “suitability”, que é um formulário oferecido por bancos e corretoras de valores. Ele auxilia muito na seleção dos investimentos, já que há quase uma infinidade de produtos financeiros, de mais e menos risco, e de prazos variados.
Reserva de segurança
Outro ponto é a reserva de segurança. É prioridade ter algo como seis meses de despesas, valor que pode sofrer variação de acordo com a situação.
Esses investimentos podem gerar rendimento parecido ao da poupança, porém a ideia não é conseguir uma grande rentabilidade e sim ter segurança e liquidez diária para qualquer eventualidade.
Caso você tenha esse intuito, busque opções que seguem a variação do CDI ou da Selic. Produtos como CDB, Tesouro Selic e fundos DI com baixo custo podem ser boas opções.
Aumento do patrimônio
Pode-se também buscar o aumento real do patrimônio. Uma opção para ter essa rentabilidade real são produtos relacionados à inflação. Esses investimentos oferecem uma taxa predefinida somada ao índice IPCA e exigem poucos ou vários anos de prazo de resgate.
Outra opção é o Tesouro IPCA+, que é um dos títulos públicos do governo negociados no mercado.