4 formas de usar o auxílio emergencial de forma inteligente

Cuidado na hora das contas. O pagamento do coronavoucher foi liberado em 9 de abril, e ofertará R$ 600 para milhares de brasileiros de baixa renda. Terá acesso ao auxílio emergencial os brasileiros desempregados, microempreendedores e trabalhadores autônomos. Entre as facilidades para liberação, o ministério da cidadania deu prioridade para os que estão registrados no Cadastro Único.

4 formas de usar o auxílio emergencial de forma inteligente
4 formas de usar o auxílio emergencial de forma inteligente (Imagem: Reprodução – Google)

Por se tratar de um pagamento emergencial, para a contenção de uma crise é de extrema importância que os beneficiários saibam administrar bem a quantia. O auxílio será ofertado por três meses e contabilizará um total de cerca de R$ 1.800 por pessoa. Para quem for chefe de família solteiro (a), o pagamento total será de R$ 3.200, tendo em vista que o cidadão terá seu deposito duplicado.

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Confira o texto abaixo para saber como utilizar o valor da melhor forma:

4 formas de utilizar o auxílio emergencial

A primeira prioridade dos beneficiários deve estar relacionada aos direitos básicos, como a alimentação. Quem estiver sem demais renda, deverá utilizar a quantia para garantir o abastecimento de feira durante os 30 dias até que uma nova parcela seja enviada. Desse modo, priorize produtos essenciais, de longa durabilidade e melhor custo benefício.

O cálculo deverá levar em conta a quantidade de pessoas na casa e também o número de dias em que o abastecimento deverá durar. O ideal, tanto por questões econômicas, quanto por medidas de saúde e proteção, é que a feira seja realizada quinzenalmente ou mensalmente, evitando saídas e gastos prolongados.

 Monitoramento de contas

Quem for utilizar o deposito para pagar as contas, deverá priorizar as emergenciais, como água, luz e aluguel. Nesse caso, é válido conferir se na sua cidade as contas de energia tiveram os pagamentos suspensos temporariamente, a fim de que possa evitar uma despesa que não apresente caráter emergencial.

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Auxílios e remédios

Por se tratar de um período de alta manifestação do vírus, é importante que os beneficiários invistam em produtos de higiene e medicamentos para casos de emergência. Idas as farmácias poderão levar uma quantia significativa, principalmente tendo em vista o encarecimento de certos produtos.

Banco reserva

Para quem estar contando com outros auxílios capazes de custear as despesas nesse momento, recomenda-se que o valor do benefício seja guardado para um possível agravamento da crise. Considerando a instabilidade econômica e variação nas leis trabalhistas, é importante, se possível, manter uma reserva até o fim da pandemia.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR.
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