Fintechs ampliam possibilidade de saque e clientes se animam 

As fintechs resolveram de maneira criativa e econômica as dificuldades dos clientes de sacarem dinheiro. A ideia é aumentar a possibilidade de ter o dinheiro em mãos, já que os bancos digitais não possuem agências físicas o que prejudica esse alcance.  

Fintechs ampliam possibilidade de saque e clientes se animam 
Fintechs ampliam possibilidade de saque e clientes se animam 

O segmento pode ter encontrado uma solução para um de seus principais problemas: o saque de dinheiro. Hoje está centralizado na mão dos bancos tradicionais.

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A ideia é criar parceria com supermercados, lojas de utilidades, padarias e comércios, para que esses se tornem o caixa eletrônico das fintechs.

O novo sistema permite que tudo seja feito por meio do celular, apenas utilizando o QR Code, não é preciso utilizar cartões para a operação.

No interior da Bahia, na cidade de Ribeiro do Pombal, que possui cerca de 53 mil habitantes. Uma loja de informática virou ponto de saque para aqueles que não podem viajar 250 quilômetros até o caixa eletrônico mais próximo.

Em entrevista ao Jornal o Extra o dono do estabelecimento, Pierre Santos da Silva, comentou como funcionava antes dessa novidade.

“Antes, fazia transferência e sacava no banco grande da cidade. Hoje, pode sacar na minha loja, o que é uma vantagem. A onda dos bancos digitais é nova, com certeza vai crescer o fluxo na loja — diz Silva, que viu o seu movimento aumentar em 30% com a implementação de serviços financeiros.

Os clientes podem saber onde realizar o saque por meio do aplicativo do Saxperto, que já está integrado aos bancos digitais como PicPay, Mercado Pago, Nubank, PagBank, Agibank. 

A Saxperto foi lançada em 2019 para que pudesse intermediar o saque entre as fintechs e lojas. A ideia foi colocada em prática, após os fundadores da empresa notarem a dificuldade do consumidor em retirar o seu dinheiro sem pagar tarifas altas.

Em entrevista ao Jornal O Globo, o fundador da empresa, Tiago Godoi  contou sobre a novidade.

“Conseguimos fazer a operação por um custo de até R$ 2,50, com varejistas que tinham o hábito de fazer sangria todo dia. O proprietário ganha na taxa de remuneração e com mais pessoas indo ao negócio dele. São pessoas que acabam comprando algo”, destaca.

Atualmente, a taxa dos bancos digitais para que os usuários façam o saque nos terminais eletrônicos, fica em cerca de R$7 por operação. 

 

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Jheniffer Freitas
Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas é formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes. Atuou como assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Atualmente, é redatora do portal FDR, produzindo pautas sobre economia popular e finanças.
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