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A fintech Neon Pagamentos colocou em sua mira os microempreendedores individuais (MEI). Para dar crédito ao seu foco, o banco comprou no mês de setembro a MEI Fácil, a empresa enxergou nesse tipo de negócio uma possibilidade de expansão de seus serviços.

Neon mira nos microempreendedores para sucesso da fintech 
Neon mira nos microempreendedores para sucesso da fintech
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A MEI Fácil, empresa que foi fundada em São Paulo no ano de 2017 foi adquirida pela fintech como parte do plano da empresa de se tornar a maior no seu segmento dentro do Brasil.

A plataforma MEI Fácil oferece soluções focadas em microempreendedores como soluções para maquininha de cartão, contabilidade, e até gestão online do CNPJ.

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Após a compra da empresa a Neon viu o aplicativo da companhia crescer e ser baixado por mais de 9 milhões de pessoas, um recorde para a marca.

Os cadastros realizados já somam mais de 3,3 milhões e os clientes ativos da fintech estão em torno de 1,6 milhão.

Com a compra da MEI fácil, a Neon irá passa a oferecer aos seus cliente pacotes mais completos, voltados para os micro e pequenos empreendedores, já que esse é um público pouco atendido pelos bancos tradicionais brasileiros. 

Além de querer se tornar a principal fintech do Brasil, a Neon acredita que pode ajudar também no aumento do Produto Interno Bruto (PIB) do país, gerando assim um impacto social, visto que as pequenas empresas representam 27% desse número, de acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A rede bancária pretende oferecer também aos seus clientes empresários de pequeno porte, e para os profissionais autônomos, acesso ao portfólio de produtos financeiros que o banco tem a disposição.

Entre esses produtos serão oferecidos geração de boletos, maquininha de cartão, conta digital e cartão de investimentos.

A empresa passou a ter como foco o público-alvo de  pequenos empreendedores e empresas em novembro de 2018, quando lançou a sua conta denominada Pejota, que é uma conta digital jurídica, e não possui anuidade ou taxa de cartão de débito. Além de contar com emissão de boleto e transferência aos seus usuários.

No mesmo ano em que lançou essa conta a empresa passou por uma crise, já que o seu parceiro o Banco Neon foi liquidado pelo Banco Central. Porém meses depois encontrou outro parceiro para fazer negócios.

Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas, formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes, atuou como assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Atualmente, é redatora do portal FDR, produzindo pautas sobre economia popular e finanças.