A aposentadoria especial é um direito de todos os brasileiros contribuintes do INSS que trabalham em situação de risco ou vulnerabilidade. Com a reforma da Previdência, a modalidade também passará por mudanças.

Aposentadoria especial: saiba quais profissões são consideradas de risco
Aposentadoria especial: saiba quais profissões são consideradas de risco

As novas regras determinam que tanto os servidores públicos, quanto os privados, devem ter a idade mínima de 51 a 61 anos para ter acesso ao benefício. Por estar ainda em votação, as modificações só passarão a valer quando o Congresso Nacional e o presidente Jair Bolsonaro sancionarem as novas leis.

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Profissionais com direito a aposentadoria especial

Qualquer profissional pode receber o auxílio, desde que seja comprovado que seu trabalho lhe coloca em situação de risco a saúde e integridade física. O tempo mínimo previsto é de 180 meses ao longo da vida profissional.

Normalmente, as atividades dizem respeito as áreas de saúde, como operadores de raio-X; médicos ou enfermeiras, que se expõem a agentes biológicos; vigilantes e guardas municipais armados; metalúrgicos que lidam com agentes químicos, óleos ou estão expostos a ruído constante; frentistas e motoristas que transportam combustível; trabalhadores do setor plástico ou siderúrgico; entre outros.

Dessa forma, qualquer trabalhador acima pode solicitar o benefício em prazos que variam entre 15, 20, ou 25 anos, sendo avaliados de forma individual.

Profissões que podem garantir aposentaria especial

  • Médicos,
  • Auxiliar de laboratório:
  • Enfermeiros,
  • Dentistas,
  • Engenheiros,
  • Mecânico
  • Aeronautas,
  • Eletricistas,
  • Motoristas e cobradores de ônibus,
  • Motoristas e ajudantes de caminhão,
  • Frentista em posto de gasolina,
  • Técnicos em radiologia,
  • Bombeiros,
  • Investigadores
  • Guardas com uso de arma de fogo,
  • Metalúrgicos,
  • Soldadores,
  • Seguranças e vigilantes,
  • Padeiro,
  • Frentista.

Homens e mulheres

Como o objetivo da medida é assegurar a vida dos trabalhadores, não há distinção entre homens e mulheres. Nesse caso, a prioridade central é a proteção e integridade física do empregado, não limitando o tempo de contribuição por gênero.

O cálculo é feito com os mesmos critérios para ambos, sempre associado ao tipo de trabalho, nível de risco, tempo prestado, entre outros.