Conforme previa o calendário do Plenário, nesta terça-feira (24) a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), juntamente com os senadores da Casa, vão votar em primeiro turno a PEC 6/19, chamada reforma da Previdência. Serão discutidos todos os pontos presentes na proposta, em que pelo menos 49 dos 81 senadores devem se mostrar à favor das medidas para aprovação.

Em contra partida ao texto, a mesa de oposição apresentou 77 emendas a serem inclusas. No entanto, o relator da reforma na casa, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) não acatou nenhuma delas e apresentou sua decisão nesta quinta-feira (19). A fim de não dificultar o processo de aceitação da PEC, e acabar retrocedendo a votação caso inclua outras emendas, pois haveria necessidade do texto retornar aos deputados.

A ideia é que a apresentação do assunto, discussão da comissão e do Plenário aconteça no dia 24. Sem atrasar o calendário inicial, conforme informou a senadora e presidente da Comissão, Simone Tebet (MDB-MS).

“O calendário continua valendo: dia 24 pela manhã, discussão e votação na comissão, pelo período da tarde, votação e cinco dias corridos de novo prazo para alguma emenda de redação em Plenário para, na semana seguinte já começarmos a votação em segundo turno. Em 10 de outubro temos condições de entregar para o Brasil a reforma da Previdência”, afirmou a presidente.

As mudanças previstas pelo Senado foram inclusas em uma PEC Paralela, a fim de reconstruir algumas medidas com novas propostas. A emenda na Constituição vai passar pelos senadores e depois pelos deputados para que seja aprovada.