Na última semana o IBGE divulgou dados que animaram a econômica brasileira, com o aumento do PIB em 0,4% no segundo trimestre de 2019

O Produto Interno Bruto (PIB) é um dos principais indicadores econômicos dos países, e mostra qual a soma de bens e serviços dos principais setores de produção. No Brasil o PIB é medido a cada três meses pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), após rescisão que representa quedas consecutivas, finalmente o índice cresceu 0,4% no segundo trimestre do ano de 2019.

A quantia ainda é tímida e não representa grandes mudanças, mas animou a equipe econômica do país e os setores gerais de investimentos. A construção civil cresceu 0,7% e ajudou nesse resgate dos indicadores positivos. Além de refletir em grandes marcas, serviços e financeiras, o PIB também influencia em resultados para a massa, como a definição do salário mínimo.

De acordo com economistas vinculados ao Banco Central, a expectativa é que 2019 finalize o PIB com 0,87%, marca superior às informações divulgadas na semana passada em que a previsão era de 0,80%. Com isso, o salário mínimo de 2021 ganha forte promessa de crescimento, pois recebe acréscimo baseado nesse resultado.

Para calcular o quanto será adicionado ao salário federal do ano seguinte, modificação prevista na legislação do país, é necessário considerar o INPC do ano anterior somado ao PIB do ano retrasado. Isso significa que para 2020 será feita a soma do INPC de 2019, divulgado no fim do ano, e o PIB de 2018 que ficou em 1,1%.

Caso cresça constantemente, o Produto Interno Bruto só tem a acrescentar no país nos próximos anos. Sendo necessário considerar ainda, o INPC que hoje no acumulado dos últimos 12 meses apresenta 3,16% em sua inflação, de acordo com o IBGE. O saldo é medido até o fim de dezembro e deve sofrer alterações.