A adesão ao financiamento, seja por meio do governo ou contando com o auxílio privado, tem sido uma opção muito usada pelos universitários.

O financiamento estudantil representa um empréstimo concedido aos universitários que não têm condições financeiras de arcar com o valor das mensalidades. No sistema do governo, o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) permite que as parcelas comecem a ser pagas após a conclusão do curso. Com juros diferenciados dependendo do perfil socioeconômico do estudante.

Em empresas privadas, o saldo devedor costuma ser pago de forma semestral. A cada seis meses de curso, as parcelas são somadas e a partir do semestre seguinte começa a ser paga. Sem que se acumule, pois é feita a liberação de um novo semestre apenas com o pagamento da dívida anterior.

Diferentes agências bancárias realizam a concessão do crédito, com juros que variam, mas caminham de acordo com o rendimento mensal do universitário. Para que o cadastro seja valorizado, é comum incluir um garantidor. Uma pessoa, normalmente com grau de parentesco, que se responsabiliza caso a dívida não seja paga corretamente.

No entanto, é interessante que hajam alguns cuidados para que o valor financiado não se forme em dívida. Por exemplo:

  • Faça um planejamento do quanto vai gastar com o curso, conforme as parcelas permitidas para financiamento;
  • Pesquise juros e tipos de financiamentos em mais de uma agência;
  • No Fies, busque pelo crédito de 50% do valor e se inscreva no Prouni para tentar a bolsa do restante;
  • Poupe o máximo que puder para quitar os débitos quando necessário;
  • Diminua o prazo para financiamento, a fim de diminuir os juros aplicados.